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Atualizado em: 
seg, 17/06/2024 - 19:38

As equipes técnicas da viagem organizada pelo MGI estiveram na eGov Foundation, responsável pela Digit, no projeto Mosip e no campus da Infosys, em Bangalore 

Felipe Leão, gerente do Laboratório de Inovação da Dataprev, testa o Mosip, em Bangalore A missão à Índia, organizada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para intercâmbio de experiências sobre Infraestrutura Pública Digital (DPI), visitou os escritórios da eGov Foundation, da Infosys, do projeto Mosip (de identidade digital) e da EkStep Foundation, organização não governamental indiana que apoia inovações de grande impacto social, parceira na construção dessa agenda internacional.
 
 A missão saiu do Brasil no dia 31 de maio e retorna no próximo dia 15. Do grupo original, permanecem em Bangalore representantes do MGI, da Dataprev, do Serpro. Os participantes do Ministério da Educação, da Fundação Lemann, da Prefeitura de Recife e do Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb) já retornaram ao Brasil.
 
Um dos pontos do roteiro de trabalho, a eGov Foundation mantém a Digit - Digital Infrastructure for Governance and Inclusive Transformation (Digit). É uma plataforma desenvolvida em código aberto, que oferece recursos para acesso a serviços públicos, tanto para os cidadãos quanto para formuladores de políticas, empregados ou prestadores de serviços e fornecedores. 
 
Segundo portal da fundação, a Digit contabiliza o acesso de cerca de 16 milhões de pessoas a serviços públicos. A solução é certificada pela Aliança para Bens Públicos Digitais (DPGA), uma iniciativa multilateral endossada pela ONU para fomentar tecnologias de código aberto e um ecossistema global de bens públicos digitais que ajudem a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
 
A Índia fez dos componentes da sua DPI um item de exportação. Entre eles destaca-se o projeto Mosip, do inglês The Modular Open Source Identity Platform, ou plataforma de identificação em código aberto, que a missão brasileira pôde conhecer de perto, com detalhes e casos de uso concreto para acesso a benefícios. 
 
O líder do grupo da Dataprev, Felipe Leão (foto acima), gerente do Laboratório de Inovação (DILI), testou na prática o processo de captura de informações individuais (inclusive os dados biométricos) para criação de uma identidade digital.  O projeto, de base universitária e sem fins lucrativos, visa, desde 2018, ajudar a identificar cidadãos em diferentes países, para permitir a entrega efetiva dos direitos e serviços nas áreas de saúde, renda, alimentação, entre outros.  
 
Equipe Dataprev na missão MGI na Índia (no campus da Infosys)Outra etapa da agenda indiana, a Infosys é considerada uma das maiores prestadoras de serviços avançados de TI. Tem aproximadamente 330 mil empregados espalhados pelo mundo, dos quais 30 mil só no campus de Bangalore, onde esteve a equipe da Dataprev (foto), com os demais membros da missão. A empresa tem sede na Índia, nos EUA, no Reino Unido e na Austrália. E atua com tecnologias ágeis, Inteligência Artificial (IA), ferramentas para aprendizado contínuo, entre outras áreas. 
 
A missão brasileira na Índia começou no dia 2 e está concentrada em Bangalore, importante polo de tecnologia para o Sul Global. Na foto, a equipe da Dataprev (foto à dir., a partir da esq.): Aline de Queiroz Assunção, gerente da Divisão de Projetos e Demandas de Infraestrutura (DIPD); Fernanda Monteiro de Souza, da Superintendência de Produtos do Trabalho, Fazenda e Assistência Social (SUTF), gerente do projeto Sicar; Filipe Teixeira, gerente executivo do Departamento de Produtos e Atendimento Digital do Trabalho e da Fazenda (DETF); Felipe Leão, gerente do Laboratório de Inovação (DILI); Micheline Pereira, analista da Divisão de Modelos Analíticos e Inteligência Artificial (DIAA) e Rodrigo Almeida, da Divisão de Planejamento Estratégico de Produtos de Infraestrutura TIC (DIPS).